Abrigo João Paulo II

A proposta institucional do Instituto Pobres Servos da Divina Providência - Abrigo João Paulo II

 
         É de prestar o atendimento social de acolhida e promoção de crianças e adolescentes em situação de vulnerabilidade social, resgatando a sua dignidade, possibilitando a autoconstrução de sua cidadania e a inserção no mundo do trabalho. Isso tudo em um ambiente social e familiar com condições físicas necessárias para a boa convivência e o sadio crescimento conforme  Art. 92 do Estatuto da Criança e do Adolescente.
 
      Atualmente atendemos diariamente nos 23 núcleos, sendo 22 Casas-Lares e o Acolhimento Institucional Cisne Branco, 250 crianças e adolescentes, na faixa etária de zero a dezoito anos incompletos provenientes da cidade de Porto Alegre, Alvorada e Viamão, encaminhados pelo Juizado da Infância e da Juventude.
 
       Os acolhidos como chegam até o Abrigo?
      Os acolhidos são encaminhados pelo Juizado da Infância e Juventude de cada cidade que possuímos parceria. E a grande maioria das crianças e adolescentes que recebemos traz consigo um grande prejuízo no que diz respeito à dignidade humana. Todos eles chegam carregando consigo uma bagagem de carência afetiva e baixa estima, sequelas deixadas pelo sofrimento, abandono, exploração e falta de perspectiva de futuro.
 
      Algumas crianças e adolescentes que atendemos já tiveram experiência com drogas. A maioria já foi usada por adultos para realização de trabalho de exploração em troca de comida ou de drogas, na prática de pequenos furtos e tráfico de drogas ("aviãozinho") e abusados sexualmente.
 
    A causa mais frequente da ida para a rua e por consequência a vinda para o Abrigo decorre das relações conflituosas na família como: maus tratos, a precária situação econômica, abandono, abuso sexual e outras situações. A facilidade que a rua proporciona para adquirir recursos. Tudo isto faz com que a criança ou o adolescente transforme a rua em sua moradia, por ser a única capaz de acolhê-lo.

Missão

Acolher e atender crianças e adolescentes, cujos direitos foram violados, promovendo proteção e acompanhamento de seu desenvolvimento, com vistas a reintegração familiar e comunáritia. 

Visão

Ser referência no acolhimento de crianças e adolescentes em medida de proteção nas modalidades de Casa Lar e Acolhimento Institucional.

Valores

- Fé e confiança em Deus;
- Respeito à Vida;
- Comprometimento Institucional;
- Trabalho em Equipe;
- Espírito de Família.

Diálogo contínuo e persistente, educação e amor como base de formação

       O Abrigo João Paulo II proporciona um acolhimento institucional e integral, mas enquanto se busca uma solução personalizada para cada caso atendido, desenvolvemos as seguintes atividades:

Abrigo: acolhimento na modalidade de Casas-Lares e Abrigo Institucional Cisne Branco, em pequenos núcleos de atendimento com capacidade para acolher, em regime de abrigo, 250 crianças e adolescentes.

Escola: todos os acolhidos frequentam a rede pública de ensino e são acompanhados pela equipe técnica do Abrigo composta pela coordenação e por psicólogas e assistentes sociais.

Oficinas Pedagógicas e Cursos Profissionalizantes: visam proporcionar atividades de trabalho educativo, o conhecimento do mundo do trabalho, bem como, ajudar as crianças e adolescentes a se planejar para a construção de uma autonomia financeira.

Atividades de recreação e lazer: pretendem resgatar o direito de brincar e aprender a conviver em grupo e com as diversidades.

Atividades de formação integral: têm como objetivo resgatar valores éticos e humanos com base na filosofia calabriana e cristã.

Atividades de higiene e saúde: visam orientar os meninos e meninas com relação à saúde, à higiene, o cuidado com as roupas, à prevenção das doenças.

 

Conselho Operacional do Abrigo João Paulo II

 

Ir. Lauri Carlesso
 Diretor

Camila Monteiro
Vice-diretora e Coordenadora das Casas-lares

Conselheiros
Ir. Cléber Monegat 
Jurema da Silva
Lécimary Moreno